A IMPORTÂNCIA DE CONTAR HISTÓRIAS




Ao entrar no universo infantil, o adulto fascina a criança. Elas adoram ouvir histórias. Ficam na expectativa de saber se a princesa de cabelos dourados vai fugir da torre. Torcem pelos irmãos que enfrentam a bruxa malvada.
Envolvem-se e encantam-se. Os pais deveriam ler sempre para os filhos.É um momento especial.A criança depara com os adultos falando com voz diferente, um brilho alterado no olhar, movimentos ou expressões faciais incomuns. A mudança no comportamento dos pais fascina os pequenos.
O resultado desse momento tão particular não poderia ser diferente: a hora do conto se eterniza na memória.
os pais devem valorizar essa rotina, pois contar histórias é uma forma de aprendizado.

-Entonação -Nada é mais entediante para uma criança do que uma leitura monótona. A voz dramatiza a história.Mas cuidado para não exagerar.

-Ler ou contar -Tanto faz.Improvisar exige mais criatividade.Mas a leitura é também uma ótima ferramenta. Cria no filho a idéia de que as histórias moram nos livros.

-Cenário -Não é preciso muita elaboração para criar cenas. Um simples lápis que se transforma em vara de condão ou um lenço que vira uma capa mágica são capazes de encantar a criança.

-Estabeleça um momento do dia para a história, como antes de dormir. Mas não há regras,pode também contar as histórias durante as viagens de carro e também aproveita as refeições para prender a atenção das crianças.

-Não obrigue a criança a ouvir histórias quando ela não quer.

-Tente não mudar o enredo das histórias. Crianças pequenas pedem que se repita várias vezes a mesma história. Esperam determinadas partes só para confirmar que as ouviram antes. É assim que também vão compreendendo melhor o conto.

Dicas de livros para cada idade
Entre um ano e meio e três anos: Nas crianças menores,entre os brinquedos livros de papelão, plástico ou pano, contendo gravuras que permitirão a criança explorar o ambiente pelo tato e nomear os objetos.

Até os 3 anos-O enredo deve ser curto, contendo humor e mistério, com repetição dos elementos para a manutenção de sua atenção.As crianças assimila melhor enredos com crianças, bichinhos, brinquedos ou animais com características humanas, ou seja, que falam e têm sentimentos.

Dos 3 aos 6 anos-as histórias devem abusar da fantasia com reviravoltas no enredo e também de crianças ou animais como personagens. Os contos de fada são imbatíveis.

Aos 7 anos, leia aventuras em ambientes conhecidos, como a escola, o bairro, a família. As fábulas continuam em alta.Revistas em quadrinhos.

Aos 8 anos- as fantasias mais elaboradas são ideais.

A partir dos 9 anos- histórias de explorações, viagens, as invenções, os enredos humorísticos prendem a atenção, assim como os contos de mitos e lendas.
Postado por JOHANNA TERAPEUTA OCUPACIONAL in johannaterapeutaocupacional.blogspot.com/

TODA CRIANÇA PRECISA DE CUIDADO



Ao Iniciar outubro, logo nos vem à memória o dia 12, onde comemoramos o Dia das Crianças. Junto com ele também vem toda uma preocupação em torno da data festiva, dos presentes pedidos e, na maioria das vezes, recebidos. Porém, como cristãos “antenados” na Palavra de Deus, precisamos ampliar essa preocupação em torno das crianças.
O texto de Mateus 18.14b nos diz: ” o Pai de vocês, que está nos céus, não quer que nenhum destes pequeninos se perca.” Ao analisarmos esse versículo e todo o contexto que o envolve, podemos trazê-lo para os nossos dias com uma responsabilidade ainda maior o cuidado para que a criança não se perca em nenhum de seus aspectos, não somente o espiritual.
Então, quais são as necessidades de nossas crianças hoje? Poderia enumerar uma lista quase sem fim, mas gostaria de trazer à tona apenas algumas delas:
1. Respeito à sua faixa etária - Ela não pode ser forçada a alcançar posições que sua maturidade não permite e nem ser obrigada a fazer coisas para satisfazer aos adultos e suas ansiedades;
2. Segurança em todos os aspectos: físico, emocional, espiritual e social;
3. Disciplina administrada de forma amorosa;
4. Aceitação - Ela precisa ser aceita e valorizada como é, do seu “jeitinho”;
5. Amor - Amar e ser amada produz a sensação de pertencimento que produz a segurança necessária para enfrentar a vida. As pessoas amadas sabem que são mais importantes que as coisas. Nossas crianças sabem e sentem que são amadas?
6. Deus - A maior parte das orientações é comunicada com o exemplo. Nossas crianças vêem Deus em nós?
O objetivo maior do Ministério Semear (Ministério Infantil da IBCBR) é levar as crianças a terem experiências com Jesus. Nossa preocupação não é simplesmente apresentá-las a Jesus, mas oportunizar um relacionamento íntimo, real e pessoal das crianças com o Mestre. E isso se dará a partir do momento em que cuidamos de cada uma delas como um ser holístico, com aspectos espirituais, sociais, emocionais e físicos.
Nós como igreja, precisamos nos atentar às suas necessidades básicas para que elas possam ter condições de realmente experimentarem esse relacionamento de forma plena.

Anastacia Monteiro Raul Lima
Ministério de Educação Infantil

CONHECENDO A CRIANÇA ENTRE 01 E 05 ANOS



24 meses
O bebê que estiver aprendendo a andar abraça toda oportunidade de aprender e fazer,e freqüentemente insiste:
“Deixe que eu faço sozinho!” A cada dia traz novas descobertas e brinquedos de Faz- de- Conta ajudam a criança a entender novas experiências, colocando, para ele, o mundo em perspectiva.
Movimenta- se bastante. Anda para frente, para os lados e para trás.
Consegue correr.
Consegue empurrar um brinquedo ou puxá- lo por uma corda.
Consegue usar os pezinhos para andar em um triciclo ou brinquedo semelhante.
Combina o movimento do pulso com o de soltar.
Consegue colocar qualquer forma em seu encaixe e atirar uma bola.
Consegue colocar um bloc o em cima de outro.
Seu vocabulário já pode incluir de 50 a 200 palavras. Em algumas semanas pode aparecer com muitas palavras novas, e em outras, não.
Tenta e pratica constantemente.
Consegue seguir orientações simples.

02 anos a 02 anos e meio
Crianças de 2 anos são cheias de energia, entusiasmo e vontade de explorar, assim como apresentam crescente independência. Com tantas novas habilidades, seu filhinho de 2 anos mal pode esperar para usá- las! As brinc adeiras sociais tornam- se mais importantes para os bebês de 2 anos. Se outras c rianças estiverem próximas, ele pode ficar hiperativo e iniciar várias atividades. Os comportamentos típicos de um bebê de 2 anos incluem:
Brincar sozinho, encaixando as peças de um quebra- cabeça.
Imitar as pessoas que conhece e gostar de fazer o que elas fazem.
Usar o giz de cera ou lápis de cor.
Combinar palavras para construir sentenças simples e seguir instruções simples.

02 anos e meio a 03 anos
Brincar de faz- de- conta cria um ambiente ideal para o desenvolvimento de uma rica imaginação e também ajuda seu filho a entender o mundo, a expressar a sua individualidade e a adquirir autocontrole.
Conta para você o que vai desenhar antes de começar, mas, se perceber que o desenho começou a ficar parecido com outra coisa, abandona o plano original.
Começa a andar a parar sem cair, fazendo desvios repentinos, dando corridinhas e saltos.
Brinca sozinho, encaixando as peças no seu quebra- cabeça.
Gosta de várias opções de cores.
Espera que você exiba o seu trabalho; essa é sempre a melhor recompensa.

03 anos
Com a imaginação a pleno vapor, as crianças de 3 anos estão prestes a ingressar no melhor período para brincar de Faz- de- Conta. Não há dúvidas de que você já percebeu que seu filho nunca fica sem perguntas para fazer!
Adora atividades como correr e perseguir. Ainda é difícil mantê-lo parado.
Atira bolas a curtas distâncias.
Agarra bolas grandes atiradas diretamente para seus braços.
Brinca de massinha, já sendo capaz de fazer formas e colocá- las juntas para criar objetos.
Começa a fazer com que seus pequenos rabiscos se “pareçam” com uma escrita.
Freqüentemente, brinca de ser outra pessoa e se veste com mais cuidado.

04 anos
Brincadeiras de Faz- de- Conta preenchem os dias das crianças em idade pré- escolar. Nessa fase, as primeiras amizades verdadeiras começam a se desenvolver, como resultado da melhora na capacidade de socializaç ão.
Consegue andar no meio- fio, subir os degraus do escorregador, segurar em barras e andar de bicicleta.
Consegue aprender a nadar, andar de patins, dançar e usar um trampolim.
Mantem- se entretido por horas a fio com uma técnica nova e criativa.
Começa a adicionar detalhes aos seus desenhos.
Começa a colocar seu nome nos desenhos.
Entende que as outras pessoas têm sentimentos diferentes dos seus.

05 anos ou mais
Fazer amigos, formar idéias, seguir regras..... tudo está fazendo sentido agora, bem na hora de começar a escola! A imaginação também alcança novos níveis e as habilidades atléticas começam a florescer.
Faz desenhos nos quais já é possível reconhecer representações, coloca o seu nome e faz quebra-cabeças elaborados.
A dimensão da memória se expande e ele começa a fazer comparações.
Dá explicações e soluciona problemas.
Consegue pôr em ordem alguns objetos e classifica itens em categorias simples.
Explica jogos para outras crianças.
Indica para os outros quando "fingir" e quando alguma coisa é "real".
(fonte: http://www.fisher- pric e.com/br/myf)p/

Avós, diversão ou formação?


Um dos grandes valores na formação dos filhos é o respeito pelas gerações anteriores à sua.

Os filhos devem conhecer desde pequenos a importância de escutar os avós, não só por serem pessoas mais idosas, como também pelo grande valor da experiência que uma pessoa com tantos anos vividos possa ter.

Nesta época, em que impressiona a habilidade que até mesmo as crianças têm para conhecer todo tipo de aparelho eletrônico, parece que os pais e avós estamos anos luz atrasados no que são os interesses infantis. No entanto, o que realmente os fará serem donos de si mesmos e se desenvolverem melhor como pessoas, será aprender a se relacionar melhor com a vida diária; para isso, não existe aparelho que proporcione esta habilidade.

Somente a orientação de pessoas que já passaram pela mesma idade, que já percorreram o caminho que a criança apenas está iniciando, vai trazer a sabedoria necessária para que ela se torne uma pessoa íntegra e feliz.

Existem muitas maneiras de ajudar nossos filhos a aproveitar a convivência com os avós. Por exemplo, uma atividade familiar que pode ser muito divertida e instrutiva para toda a família é conhecer a história completa dos pais. Existem livros especiais, vendidos em qualquer livraria, que trazem perguntas e espaços suficientes para que os avós respondam, descrevendo suas experiências e histórias.

Com certeza, não é preciso adquirir nenhum livro. Qualquer caderno cumpre as mesmas funções e, uma vez terminado, podem ser organizadas reuniões para conhecer a história dos avós, criando lembranças que durarão toda uma vida. Além disso, esta atividade terá um valor agregado: a família conhecerá suas origens, sendo esta uma fonte de conhecimento para entender quem somos e porque reagimos de determinada maneira.

Os avós podem educar de muitas maneiras!

Ser avô é uma fase da vida que deve estar cheia de satisfações e diversão, especialmente quando não são os principais responsáveis pela educação das crianças.

Hoje em dia, existem cada vez mais casamentos nos quais ambos trabalham. Desta maneira, os avós voltam a ser os principais formadores de crianças, uma vez mais. Esta é uma tarefa importantíssima, no entanto, muito pesada, já que os avós não contam com a mesma energia dos tempos passados e, muitas vezes, a mesma autoridade.

Então, de acordo com o papel desempenhado na vida de seus netos, suas atividades e responsabilidades serão distintas. Se vêem os netos periodicamente, exclusivamente como visitas, o papel é claro: somos avós e, como tais, podemos dar caramelos e deixá-los dormir mais tempo do que o necessário. Mimá-los, em toda a extensão da palavra.

Porém se, diariamente, sua função é de criá-los enquanto seus filhos estão trabalhando, então os privilégios mudam. Os avós se tornam “pais secundários”, por este motivo a formação dos netos adquire um lugar prioritário em suas vidas e a disciplina e autoridade devem ser aplicadas, sendo mais esporádicos os “momentos divertidos”.

As complicações que esta responsabilidade traz consigo são muitas: o dilema de querer mimar o neto versus a necessidade de educá-lo adequadamente, o possível desacordo que possa existir entre a linha aplicada pelos pais do neto na educação do mesmo, o reconhecimento de que nossos projetos pessoais passam para um segundo plano.

Devemos lembrar que primeiro estão as crianças e não nosso gosto por fazer o que queremos. Conhecendo o papel que jogamos na vida de nossos netos, saberemos a função que temos que desempenhar. Se assumirmos a responsabilidade de ser formadores, o preço a pagar é o de ser avó de tempo integral.

Desta maneira, funcionar como avós ou como formadores deve ser uma decisão que somente nossos pais devem tomar. Nós, como seus filhos, devemos respeitar e aceitar seus limites e disposições com agradecimento, já que temos de reconhecer que eles já cumpriram com sua função de pais e, se aceitarem cuidar das crianças enquanto estamos trabalhando, estarão fazendo muito mais do que cumprir suas responsabilidades ou obrigações, pela simples generosidade de seu coração.
Mónica Bulnes de Lara
www.portaldafamilia.org.br

COLORINDO A VIDA

Colorir desenhos é uma atividade tão natural para as crianças como dormir e chorar. Muito mais do que formas aleatórias, colorações monocromáticas ou rabiscos quase ilegíveis, o ato de colorir é extremamente importante, incentivando o desenvolvimento de várias e essenciais capacidades.

Expressão pessoal. Desenhar e colorir são formas de expressão pessoal por excelência das crianças, que nem sempre conseguem exprimir-se adequadamente através da fala ou da escrita. Vários estudos já comprovaram que é bastante fácil perceber o que alguém está a sentir através das imagens que desenha ou das cores que utiliza para colorir. É um exercício excelente para desenvolver personalidades e deixar a criatividade fluir!

Identificação das cores. A maioria das crianças tem a sua primeira exposição à roda das cores e ao conceito de arte, graças às brincadeiras infantis com lápis de cor, de cera e marcadores. Aprender a distinguir as diferentes cores bem cedo é meio caminho andado para perceber as suas várias e corretas aplicações, bem como possíveis misturas entre cores primárias e secundárias, mais tarde.

Uma forma de terapia. O simples ato de colorir pode ser terapêutico para muitas crianças e é uma atividade utilizada em muitos hospitais, centros de aprendizagem e instituições para possibilitar o “descarregar” de emoções, sentimentos e frustrações. Independentemente da forma como vai colorir ou desenhar, esta é uma excelente forma de acalmar as crianças.

Aprender a segurar e a controlar. Um lápis de cera é, para muitas crianças, o primeiro objeto que aprendem a segurar, para o poderem controlar. Quanto mais bem desenvolvidas estiverem as suas capacidades de segurar e de controlar um lápis de cera, mais facilitada será a sua aprendizagem quando começarem a escrever.

Coordenar para pintar. O desenvolvimento da coordenação olho-mão é outra grande lição que as crianças retiram das suas sessões de colorir. Desde segurar firmemente o lápis de cera, a reconhecer as cores que devem ser utilizadas, até ao ato de afiar os lápis, a verdade é que colorir desenhos implica uma enorme coordenação entre os olhos e as mãos.

Aperfeiçoamento das capacidades motoras. Colorir é divertido, não é? Pois é! Mas também é muito mais do que isso – enquanto as crianças se entretêm a colorir, estão a trabalhar e a fortalecer os músculos das mãos. Colorir exige uma coordenação básica e um esforço conjunto entre os músculos dos braços e os das mãos.

Concentração máxima. O simples ato de colorir tem a capacidade de prender a atenção de uma criança, estimulando a sua concentração máxima. Com o passar do tempo, os seus níveis de concentração vão continuar a melhorar.

Missão cumprida! A satisfação e o sorriso no rosto de qualquer criança que consegue colorir um desenho inteiro dentro das linhas, é uma vitória muito importante para os artistas de palmo e meio! O sentido de cumprimento, de que tudo é possível, é fundamental para as crianças porque lhes dá motivos para se sentirem orgulhosos, capazes, confiantes e, claro, para serem congratulados pela sua comunidade mais imediata.
Fonte: http://www.colorirdesenhos.com/

20 DICAS PARA EVITAR ACIDENTES DOMÉSTICOS


No Brasil, 360 crianças sofrem acidentes domésticos por dia. 14 morrem.

1. Não permitir brincadeiras na cozinha;
2. Afastar sofás e mesas da janela;
3. Grades devem ter de 6cm a 8cm, para não permitir a passagem da cabeça;
4. Manter material de limpeza e medicamentos fora do alcance das crianças;
5. Não deixar baldes e bacias com água no chão, há risco de afogamento;
6. O vaso sanitário deve permanecer fechado e a tampa deve ser pesada para evitar a abertura;
7. Tomadas devem ser fechadas com protetor adequado;
8. Lençóis e protetores de berço devem estar fixados ou amarrados, pois há risco de sufocamento;
9. Retirar toalha das mesas, o bebê pode puxá-la e derrubar tudo sobre si;
10. Manter sacos plásticos fora do alcance das crianças;
11. Não oferecer objetos muito pequenos e com partes móveis para crianças pequenas. Há risco de engolir;
12. Manter objetos pontiagudos como tesouras, alfinetes, agulhas e facas, fora do alcance;
13. Observar a idade indicativa dos brinquedos;
14. Retirar tapetes para crianças pequenas não escorregarem ou tropeçarem;
15. Usar calçados fixos, que não saiam com facilidade dos pés;
16. Utilizar meias com antiderrapante;
17. Manter os bebês presos ao cadeirão.
18. Manter armários com objetos perigosos trancados a chave;
19. Manter armas de fogo longe do alcance das crianças;
20. Não soltar a mão das crianças na rua.
por

TODA CRIANÇA PRECISA DE LIMITES QUE A PROTEJAM



DAR LIMITES É...
-Ensinar que os direitos são iguais para todos.
-Ensinar que existem OUTRAS pessoas no mundo.
-Fazer a criança compreender que seus direitos acabam onde começam os direitos dos outros.
-Dizer "sim" sempre que possível e "não" sempre que necessário.
-Só dizer "não" aos filhos quando houver uma razão concreta.
-Mostrar que muitas coisas podem ser feitas e outras não podem ser feitas.

-Fazer a criança ver o mundo com uma conotação social (con-viver) e não apenas psicológica (o meu desejo e o meu prazer são as única coisas que contam).

-Ensinar a tolerar pequenas frustrações no presente para que, no futuro, os problemas da vida possam ser superados com equilíbrio e maturidade (a criança que hoje aprendeu a esperar sua vez de ser servida à mesa amanhã não considerará um insulto pessoal esperar a vez na fila do cinema ou aguardar três ou quatro dias até que o chefe dê um parecer sobre sua promoção).

-Desenvolver a capacidade de adiar satisfação (se não conseguir emprego hoje, continuará a lutar sem desistir ou, caso não tenha desenvolvido esta habilidade, agirá de forma insensata ou desequilibrada, partindo, por exemplo, para a marginalidade, o alcoolismo ou a depressão).

-Evitar que seu filho cresça achando que todos no mundo têm de satisfazer seus mínimos desejos e, se tal não ocorrer (o que é mais provável), não conseguir lidar bem com a menor contrariedade, tornando-se, aí sim, frustrado, amargo ou, pior, desequilibrado emocionalmente.

-Saber discernir entre o que é uma necessidade dos filhos e o que é apenas desejo.

-Compreender que direito à privacidade não significa falta de cuidado, descaso, falta de acompanhamento e supervisão às atividades e atitudes dos filhos, dentro e fora de casa.

-Ensinar que a cada direito corresponde um dever e, principalmente:Dar exemplo! Quem quer ter filhos que respeitem a lei e os homens tem de viver seu dia-a-dia dentro desses mesmos princípios, ainda que a sociedade tenha poucos indivíduos que agem dessa forma.


DAR LIMITES NÃO É...

-Bater nos filhos para que eles se comportem.

-Quando se fala em limites, muitas pessoas pensam que significa aprovação para dar palmadinhas, bater ou até espancar.

-Fazer só o que vocês, pai ou mãe, querem ou estão com vontade fazer.

-Ser autoritário, dar ordens sem explicar o porquê, agir de acordo apenas com seu próprio interesse, da forma que lhe aprouver, mesmo que a cada dia sua vontade seja inteiramente oposta à do outro dia, por exemplo.

-Deixar de explicar o porquê das coisas, apenas impondo a "lei do mais forte".

-Gritar com as crianças para ser atendido.

-Deixar de atender às necessidades reais (fome, sede, segurança, afeto, interesse) dos filhos, porque você hoje está cansado.

-Invadir a privacidade a que todo ser humano tem direito.

-Provocar traumas emocionais, humilhações e desrespeito à criança.

-Toda criança tem capacidade de compreender um "não" sem ficar com problemas, desde que, evidentemente, este "não" tenha razão de ser e não seja acompanhado de agressões físicas ou morais.

-O que provoca traumas e problemas emocionais é, em primeiro lugar, a falta de amor e carinho, seguida de injustiça, violência física.

-Bater nos filhos é uma forma comum de violência física, que, em geral, começa com a palmadinha leve no bumbum.


Fonte: Limites Sem Trauma (Construindo Cidadãos), de Tânia Zagury.

COMO MANTER-SE JOVEM

1.Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura. Deixe que os médicos se preocupem com isso.

2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo. (Lembre-se disto se for um desses depressivos!)

3. Aprenda sempre: Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso. 'Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão.' E o nome do Alemão é Alzheimer!

4. Aprecie mais as pequenas coisas

5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar. E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele / ela!

6. Quando as lágrimas aparecerem Aguente, sofra e ultrapasse. A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios. VIVA enquanto estiver vivo.

7. Rodeie-se das coisas que ama: Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja. O seu lar é o seu refugio.

8. Tome cuidado com a sua saúde: Se é boa, mantenha-a. Se é instável, melhore-a. Se não consegue melhora-la , procure ajuda.

9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde haja culpa.
10. Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade.

FONTE: http://proportoseguro.blogspot.com, postado por